Gestante

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Tratamentos para gestantes


Como todos sabemos, a gestação é um período de grandes mudanças hormonais, metabólicas e vasculares. Desta maneira, assim como todos os tecidos, a pele também sofre com essas mudanças, podendo ocasionar a famosa ACNE.
Os médicos são unânimes: a ACNE na gravidez costuma ser de evolução imprevisível. Apesar de ocorrer uma hiperatividade das glândulas sebáceas nesse período, o problema não é frequente. Pelo contrário, algumas mulheres chegam a relatar melhora nas condições da pele.
Isso acontece pelo fato da ACNE ser multifatorial, ou seja, um conjunto de aspectos hereditários, genéticos e hormonais é que determinam a predisposição da mulher a apresentá-la.
Ainda assim, a gangorra hormonal está entre os principais culpados por um rosto cheio de ACNE. Os níveis de estrógeno e progesterona aumentam no decorrer dos nove meses, atingido níveis 10 e 30 vezes maiores, respectivamente. Os hormônios em questão são essenciais para o desenvolvimento fetal e são levados pela corrente sanguínea até a placenta.
Mas, especificamente no que se refere à ACNE, os estudos mostram que a ação hormonal é totalmente imprevisível. Além disso, é importante considerar a variação de sensibilidade de uma gestante para a outra e lembrar que cada gravidez tem características diferentes em uma mesma pessoa.
A gestante que queira controlar a ACNE deve evitar a exposição solar, pois o calor e a umidade podem agravar o quadro, além de favorecer o surgimento de manchas sobre as lesões.
Por esses motivos, a gestação requer o uso frequente de protetor solar. A grávida com espinhas e pele oleosa deve utilizar protetores livre de óleo (oil-free), com um bom fator de proteção solar contra UVB (FPS) e UVA (PPD). Pela normatização da Organização Mundial de Saúde (OMS), o FPS deve ser de 30, no mínimo, e o PPD de 1/3 do FPS, ou seja, 10.
A grande maioria das mulheres passa a vida toda tentando evitar as temidas CELULITES, e poucas delas sabem que este problema pode se agravar ainda mais no período gestacional. Durante a gravidez existe um aumento muito grande na produção do estrógeno que é o hormônio feminino responsável pela distribuição das células de gordura no nosso corpo.
Como a produção de hormônios durante a gravidez é muito acima do normal, o corpo irá acumular nas áreas mais propensas a depositar gorduras localizadas fazendo obstruir o sistema de drenagem linfático e enfraquecendo os tecidos, aparecendo às CELULITES.
Para as mamães que levam uma vida saudável regada a exercícios físicos e boa alimentação antes de engravidar e não tem um ganho muito grande de peso durante a gestação, não terá tanto problema com as CELULITES na gravidez.
Isso porque as CELULITES mostram que as células do corpo não estão boas para acomodar o ganho de peso, já tendo um corpo mais saudável e preparado, não correrão tanto esse risco.
Para evitar as CELULITES, o ideal é que a mulher controle seu ganho de peso durante a gravidez, se alimente de forma saudável e mantenha uma rotina saudável praticando exercícios físicos. O uso de cremes para celulites não é aconselhado durante a gravidez, por conter substâncias abortivas.
Para saber qual o melhor procedimento para combater as CELULITES na gravidez, é sempre bom receber o aconselhamento médico para utilização de qualquer tratamento.
Mesmo com as informações e todos os benefícios do parto normal ou do parto humanizado, muitas mulheres ainda preferem realizar uma cesárea. Claro que algumas são por preferência, outras por necessidade mesmo. Independente de qual seja o caso, toda mulher que realiza este tipo de parto irá se preocupar com a CICATRIZ DA CESÁREA.
No entanto, na maioria dos casos as mulheres não têm problemas, já que os médicos possuem como objetivo um resultado positivo e estético na cirurgia. Porém, mesmo com avanços da medicina e um médico cuidadoso, é possível que a mulher tenha uma CICATRIZ DA CESÁREA. Em alguns casos, a CICATRIZ DA CESÁREA pode inflamar e se tornar um quelóide ou uma cicatriz hipertrófica, que nada mais é que um engrossamento da cicatriz comum.
Existem tratamentos para tratar a cicatriz volumosa, como pomadas ou cremes à base de corticoides. Em casos mais específicos, que não apresentam melhora, é possível aplicar substâncias no local para amenizar o problema (tratamento não invasivo e ação apenas mecânica), que melhoram muito o aspecto das cicatrizes e estrias, e podem ser realizadas assim que o bebê nascer.
Vale ressaltar que raios solares estimulam a irritação da CICATRIZ DA CESÁREA. É necessário apostar no uso de filtro solar diário de pelo menos FPS 15.
o surgimento de estrias deixa qualquer pessoa desanimada e isso pode se agravar principalmente no período de gestação. ter estrias na gravidez, chamadas em medicina de striae gravidarum, é um acontecimento extremamente comum, chegando a acometer 70 a 90% das gestantes, principalmente no terceiro trimestre, época em que o esgarçamento da pele da região abdominal torna-se mais intenso.
é importante ressaltar que as estrias surgem normalmente nas áreas sujeitas a contínuo e progressivo esgarçamento, como é o caso da região abdominal durante a gravidez. o rápido crescimento do volume da região abdominal, principalmente a partir da parte final do segundo trimestre de gravidez, é o principal fator risco para o aparecimento da striae gravidarum. porém, outros fatores presentes na gravidez também influem no desenvolvimento das estrias, como:
ações hormonais naturais da gestação hormônios como estrogênio, cortisol, relaxinas e outros tornam as fibras elásticas da pele mais frágeis, facilitando o seu rompimento quando sujeitas a grandes distensões.
tendência familiar para formação de estrias há um claro componente genética na formação das estrias durante a gravidez. mulheres que apresentam história familiar de estrias, principalmente striae gravidarum, apresentam um maior risco de desenvolverem moderadas a graves estrias na gravidez.
primeira gestação o risco de aparecerem estrias é muito maior na primeira gravidez que nas gravidezes subsequentes. após uma primeira gestação, a pele já se encontra mais flácida e mais apta a distender-se novamente. a gestante também costuma estar, pelo menos, dois ou três anos mais velha que na primeira gravidez.
peso do feto quanto maior for o crescimento da barriga na gestação, maior será a esgarçamento da pele e, consequentemente, maior será o risco de aparecerem estrias. por isso, o tamanho do bebê é um fator de risco relevante. por motivos óbvios, uma gravidez gemelar também aumenta muito as chances de surgirem estrias.
ganho de peso na gravidez
quanto maior for o ganho de peso na gravidez, maior será o risco de surgirem estrias. na gravidez não é possível controlar o principal fator de risco, que é o crescimento do volume abdominal, por isso, a prevenção é mais difícil que na população em geral.
controlar o ganho de peso na gravidez é importante, pois, se além da distensão do abdômen pelo aumento do útero a pele também sofrer estresse por aumento do tecido adiposo (tecido gorduroso) a chance de surgirem estrias é ainda maior. por esta razão, o mais indicado é procurar por um especialista.
Um dos principais inconvenientes da gestação é, sem dúvida alguma, a FLACIDEZ que acomete o corpo da mulher. A FLACIDEZ na gravidez é um problema muito constante entre as gestantes, pois a gravidez quando não vem com enjôos, deixa a mulher faminta e, caso ganhe peso, depois que o bebê nasce, vem a flacidez. Mas existem alguns cuidados que podem ser tomados para evitar a FLACIDEZ.
A FLACIDEZ da pele aparece geralmente quando as mulheres engordam e emagrecem, aquele efeito sanfona tão conhecido e que ocorre principalmente na gravidez. Os fatores hormonais e a predisposição genética também influenciam muito no aparecimento da FLACIDEZ na gravidez, mas é possível driblar esses fatores com alguns cuidados básicos e fáceis de seguir.
Isso porque o estiramento que a pele sofre é tão intenso que as suas fibras de colágeno diminuem reduzindo a elasticidade e provocando a FLACIDEZ.
Para evitar este problema os médicos recomendam que as mulheres aumentem entre 10 a 14 kg, para não permitir o aumento exagerado de peso, e, consequentemente, a ruptura das fibras elásticas, responsáveis pela FLACIDEZ. Uma dieta equilibrada e exercício físico são a melhor forma de evitar este problema, mas sempre com permissão e aconselhamento médico.
O período de gestação é responsável por mudar todo o corpo da mulher, bem como seus hormônios e estética. Um dos principais problemas que acometem as mulheres é a GORDURA LOCALIZADA.
Para diminuir a quantidade de GORDURA LOCALIZADA depois da gravidez é recomendado seguir uma dieta hipocalórica e fazer exercícios que fortalecem o abdômen e as costas para melhorar a postura, evitando a dor nas costas, que é muito comum após o nascimento do bebê, devido a má postura durante a gravidez e amamentação.
Com o passar do tempo, essa GORDURA LOCALIZADA vai desaparecendo à medida que a mulher perde peso ao longo dos seis meses pós-parto. Porém, há formas de acelerar esse processo, como por exemplo, exercer uma atividade física (localizada e aeróbica). Além disso, é importante ter alimentação balanceada e ingerir muita água.
O ideal é a mulher adquirir o mínimo de peso na gestação, que varia de 8 a 10 quilos. Destes 8 quilos sabemos que 4 a 5 quilos correspondem ao peso de bebê, ao líquido amniótico e a placenta, restando apenas 3 a 5 quilos reais para emagrecer. Quando se engorda mais do que o recomendável há o desarranjo na forma corporal na pós-gravidez.
Existem tratamentos estéticos que podem auxiliar as mamães recuperarem medidas e harmonia do corpo. No entanto, antes de optar por qualquer produto ou tratamento, é sempre recomendável que a gestante busque a opinião de um dermatologista.
Você já ouviu falar que, durante a gestação, é comum aparecerem MANCHAS na pele? Em geral, as marcas aparecem no rosto - são chamadas de cloasma ou melasma. Também é possível que haja o escurecimento de algumas partes do corpo, como dos mamilos, das axilas e da linha média abdominal.
É perto do terceiro trimestre da gravidez que muitas mulheres começam a notar o aparecimento de MANCHAS desagradáveis na pele. Escuras e amarronzadas, as manchas aparecem com mais frequência no rosto, colo e braços. É nesse período também que podem ocorrer o escurecimento dos mamilos, o surgimento da linha escura na barriga (conhecida como linha negra) e também o escurecimento de sardas ou pintas.
Conhecida como cloasma ou melasma, as MANCHAS da gravidez estão na categoria das mais difíceis de serem tratadas. No entanto, o problema tem solução! A melhor maneira de prevenir MANCHAS na pele durante a gravidez é utilizar protetor solar, bonés ou chapéus sempre que houver exposição aos raios UVA e UVB. A mulher deve sim tomar banho de sol durante a gestação, mas com atenção ao horário correto: até as 10h e após as 16h.
As MANCHAS de gravidez podem desaparecer espontaneamente após o nascimento do bebê ou com o tratamento, mas o melasma pode-se tornar permanente, dependendo do organismo de cada mulher. No entanto, a pele pode voltar a escurecer se houver exposição solar sem o uso do protetor solar.
Não há forma de evitar as MANCHAS de gravidez, pois elas estão relacionadas com os hormônios. Contudo, é possível amenizar a situação evitando a exposição solar nas horas de maior calor, entre às 10h e às 16h, e colocando chapéu ou boné e protetor solar indicado pelo dermatologista, reaplicando de 2 em 2 horas.
Para tratar as manchas de gravidez é necessário esperar pelo parto e, caso o bebê seja amamentado, o término da amamentação.
Entre os principais incômodos da gravidez existem também as temidas OLHEIRAS. As noites mal dormidas, devido à falta de posição para dormir o levantar constante para ir no banheiro, o acordar de três em três horas para amamentar, só pode resultar numas grandes OLHEIRAS. Para além disto ainda há a predisposição genética, fatores externos como, exposição solar, tabagismo, depressão, estresse e alergias agravam ainda mais as olheiras.
As OLHEIRAS surgem devido à ação da melanina, pigmento que dá cor à pele, sendo que em alguns casos as olheiras surgem devido à dilatação dos vasos da área dos olhos, levando mais sangue à região e reforçando assim a pigmentação.
A região do rosto é mais afetada pelas OLHEIRAS por suas características. A pele periorbital é a mais fina do corpo, com 0,5 milímetro. Por isso, é preciso ter cuidado com o uso de cosméticos. Eles devem ser apropriados para essa área, pois a absorção é maior, e não se deve usar nada sem orientação médica, principalmente na gravidez. É possível se livrar da aparência cansada com soluções caseiras, como compressas geladas de chá de camomila na região.
O tratamento das OLHEIRAS irá variar com a causa. No entanto, antes de optar por qualquer produto ou tratamento, é sempre recomendável que a gestante busque a opinião de um dermatologista, que pode recomendar cremes à base de vitamina K ou uma combinação de tratamentos para eliminar ou minimizar o problema.
Durante a gravidez diversas mudanças ocorrem em todos os órgãos, e na pele isso não é diferente. As grávidas apresentam algumas modificações comuns nesse período e que são na maioria das vezes transitórias.
Nesse sentido, uma das principais modificações nas mulheres é o aparecimento de PINTAS E SINAIS em toda a pele. Cerca de 90% das gestantes sofrem com este problema, e inicia precocemente na gravidez.
As áreas mais afetadas pelas PINTAS E SINAIS são aréolas mamárias, região genital, axilas, linha alba (foto) e pescoço.As pintas também podem escurecer e aumentar de tamanho neste período. Portanto, caso a grávida apresente muitas PINTAS E SINAIS, ou se elas se modificarem durante este período, é recomendado procurar um dermatologista.
As PINTAS E SINAIS são pequenas formações planas ou em relevo, lisas ou rugosas, redondas ou ovais, que surgem na pele. A maioria delas apresenta tons de castanho e são compostas de células especiais, as névicas, que não têm outra função além de formar estas lesões.
O indicado para amenizar as PINTAS E SINAIS na pele é ingerir alimentos com antioxidantes, como cenoura, tomate e laranja, por exemplo, e usar protetor solar, pois o sol potencializa o aparecimento das manchas.
Como as PINTAS E SINAIS surgem num período de mudanças no organismo, em muitos casos somem ao término da gravidez. Caso isso não aconteça, deve procurar o dermatologista para receber o tratamento mais indicado. Antes de optar por qualquer produto ou procedimento, é sempre recomendável que a gestante busque a opinião de um dermatologista.
A gravidez é uma fase de grandes transformações na vida da mulher, isso porque o seu corpo está passando por muitas mudanças ao mesmo tempo, e isso exige alguns cuidados, tanto para a saúde da mãe quanto para a do bebê.
Todo o corpo passa por mudanças que vão desde as unhas até o fio dos cabelos. É muito comum que os cabelos fiquem diferentes durante esta fase, pois durante a gravidez as mulheres tendem a ficar com os cabelos mais grossos, e por isso saudáveis também.
As ações hormonais que ocorrem durante a gravidez afetam o corpo de forma geral, podendo causar QUEDA DE CABELO. Isso também ocorre com mais impacto no pós-parto, mas o problema tem solução. A QUEDA DE CABELO em gestantes costuma ter como fatores mudanças hormonais, déficit de vitaminas e estresse do período.
Para lidar com a QUEDA DE CABELO e reduzir seu impacto, a grávida deve tentar vivenciar o período de forma mais tranquila e realizar a reposição de vitaminas. Como ocorre uma elevação de progesterona (hormônio feminino) durante a gravidez, junto com o heterogêneo (que regula o ciclo reprodutivo) os fios podem ficar mais secos também. Com os cabelos secos, a queda é mais provável.
Para não ter problema com QUEDA DE CABELO é importante que a gestante aposte em uma boa alimentação, que inclua no cardápio vitamina a, vitamina b1, b12. Além disso, como a gestante deve evitar procedimentos químicos nos cabelos durante a gravidez, isso ajuda a reduzir quedas.
O melhor a fazer é começar a cuidar do cabelo assim que souber da gravidez, porém, o tratamento para evitar a QUEDA DE CABELO serve também para diminuí-la. Comer alimentos que sejam ricos em proteínas é uma ótima maneira de prevenir ou diminuir a queda. Ir ao cabeleireiro e pedir massagem no couro cabeludo é outra dica, ou massagear em casa mesmo.
É muito importante evitar qualquer tipo de processo químico durante a gestação, já que eles são prejudiciais ao bebê, e fale com seu médico ginecologista também, ele saberá lhe auxiliar com o melhor tratamento para o seu organismo.
Por fim, lembre-se que a QUEDA DE CABELO na gravidez é normal até seis meses após o parto, para que o organismo volte ao normal, mas lembre-se de sempre comunicar ser médico a qualquer mudança que ocorre com você.
a gravidez proporciona intensas mudanças no organismo da mulher, visíveis ou não. além do barrigão, pode-se também notar diversas ações na pele, algumas positivas e outras nem tanto. começando com o lado bom, as grávidas tendem a ter a pele mais brilhante devido ao aumento do fluxo sanguíneo, que provoca um rejuvenescimento facial e as já famosas mudanças hormonais, que fazem com que as glândulas sebáceas entrem em grande produção.
com a gravidez, surgem inúmeras dúvidas, inclusive com os cuidados que podem ser feitos para o rejuvenescimento facial da pele. na dúvida, é melhor não arriscar! esta é a regra para as mulheres que querem saber qual a melhor forma de cuidar da beleza durante os nove meses de gestação. na gravidez, é preciso evitar os ácidos glicólico, salicílico, retinóico e os derivados de frutas, os antibióticos tópicos, e também qualquer produto com enxofre.
filtros solares são permitidos, mas o ideal é preferir aqueles livres de parabenos e ftalatos. na lista de restrições da agência nacional de vigilância sanitária (anvisa), estão três substâncias: cânfora, ureia acima de 3% e chumbo, presentes em creme para pernas e pés, hidratantes corporais e coloração. também devem ser evitados os cremes clareadores de pele à base de hidroquinona. procure a informação na caixa ou entre os ingredientes do rótulo.
faça o mesmo em relação aos produtos que usa para rejuvenescimento facial. porém, não é preciso aposentar todos os cremes de rejuvenescimento facial pelos próximos nove meses. nessa fase, a mulher tem de rever os cosméticos que usa e substituir alguns por versões mais suaves ou específicas para gestantes, que não causam alergias e agridem menos a pele.
questione seu dermatologista quando poderá voltar a usar seus cremes de rejuvenescimento facial habituais, e em caso de dúvidas, opte por não fazê-lo.
na gravidez, a retenção de líquidos é bastante comum, principalmente nos 3 últimos meses. isto ocorre devido á água extra em todo o corpo e também por ações bioquímicas e fisiológicas durante a gravidez . neste momento ocorrem ações hormonais como o aumento da prolactina, estrogênio, progesterona , aumento do volume plasmático aumentando a água corporal.
a retenção de líquidos ocorre durante a gestação por vários motivos, dentre eles pelo aumento normal de líquidos no organismo e por mudanças bioquímicas e fisiológicas. o inchaço acomete principalmente pernas e pés.
com o aumento do útero, vasos sanguíneos localizados na região ficam comprimidos, o que dificulta a circulação nos membros inferiores. nestes casos, a água existente no sangue acaba saindo pelas paredes dos vasos, causando o inchaço.
alguns fatores de risco propiciam a formação de inchaço nos membros inferiores, como o sobrepeso, a alimentação desregrada, o fumo e o sedentarismo. para amenizar o problema da retenção de líquidos, a mulher deve reduzir o sal da alimentação. o sal é um dos fatores de retenção de líquido que leva a um maior inchaço. fazer caminhadas ou hidroginástica com recomendação médica também ajudam a aliviar esse mal. o uso de meia elástica pode ajudar, mas são muito quentes para se usar no verão.
normalmente, a retenção de líquidos aparece mais ao fim do dia, quando a mulher permaneceu muito tempo em pé ou sentada. a dica é elevar as pernas durante a noite. coloque-as em cima de um banquinho ou coloque um travesseiro embaixo do colchão para as pernas ficarem levemente erguidas. isso ajuda no retorno do sangue e o sistema circulatório funciona melhor.
não se esqueça de relatar esse problema ao seu médico para um tratamento adequado, pois apesar dessas dicas ser de grande ajuda, caso a retenção de líquidos esteja ocorrendo de forma excessiva, podem surgir outros problemas.
Os VASINHOS E VARIZES nas pernas são queixas comuns de quem está grávida. Além do incômodo que causam, seu aspecto estético frequentemente espanta as futuras mães. A boa notícia é que com cuidados adequados, estes problemas podem ser amenizados e até mesmo evitados.
Na gestação, a principal causa dos VASINHOS E VARIZES é a presença dos hormônios femininos, que estão em níveis elevados. Eles atuam sobre as veias, causando dilatação e retenção de líquido.
No final da gestação, quando a barriga está grande, o útero comprime as veias da região do abdome, causando dilatação e inchaço. Tanto os hormônios quanto o útero crescido causam o surgimento de novos VASINHOS E VARIZES e o aumento das que já existiam anteriormente. O local mais comum é nas pernas, mas podem surgir também ao redor da vagina e do ânus (hemorróidas).
Uma em cada três gestantes sofrem com veias dilatadas, mas na maioria dos casos, o problema multifatorial se resolve após o nascimento do bebê. Disfunção hormonal, aumento do peso e do volume do útero são algumas das causas. A melhor forma de evitar problema com VASINHOS e VARIZES é realizar exercícios físicos adequados a gestantes e utilizar meia elástica. Dessa forma ocorre maior circulação de sangue nas pernas.
Existem cremes que aliviam alguns dos smas das veias dilatadas e tratamentos para o problema. No entanto, antes de optar por qualquer produto ou tratamento, é recomendável que a gestante busque a opinião de um dermatologista.
Não é recomendável remover os VASINHOS E VARIZES durante a gravidez. O principal motivo é que grande parte deles desaparece espontaneamente em até seis meses após o parto. Alguns vasinhos podem persistir e algumas veias podem permanecer dilatadas após este período. Neste caso, procedimentos podem removê-los com excelentes resultados estéticos. Converse com o cirurgião vascular.
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